Sobre incutir.

por J

Entalhar assim me assusta. É muita veia pra pouca mão!, toda leveza tem seu peso. E eu achava que só tinha soprado uma folha…
Que no eterno retorno eu faça diferente – ou igual, não sei. Não posso saber. Porque o peito que foi não é meu, e é exatamente por isso que dói. Ou que é sublime. Ou simplesmente assustador. Ou que me foge dos dedos.

Construir e destruir. Se ‘uma vez’ fosse ‘nenhuma vez’, tudo seria tão mais fácil. Não ia, porém, dar em nada. Tudo seria origem das coisas, e isso não serve. Não basta. É pouco.

Que Iansã me mande uma brisa mansa,
(redemoinhando pelo cabelo, pela casa, pela rua, pela ponte, pela praça )
preenchendo (tudo, tudo, tudo) com um vento bom,
com todas as respostas desse mundo…

Anúncios